Mico-leão-preto

Mico-leão-preto (Leontopithecus chrysopygus)

Reino:
Animalia

Filo:
Chordata

Classe:
Mammalia

Ordem:
Primates

Família:
Callitrichidae

Gênero:
Leontopithecus

Nome Científico/Espécie:
Leontopithecus chrysopygus

Nome Popular:
Mico-leão-preto

Alimentação:
Alimentam-se basicamente de invertebrados, frutos, sementes, flores e pequenos vertebrados como rãs, lagartixas, filhotes de aves.

Reprodução:
A gestação dura cerca de 4 meses e os nascimentos ocorrem geralmente à noite, entre os meses de setembro e novembro, sendo dois filhotes por ano. O período reprodutivo começa aproximadamente aos 2 anos.

Características:
É um primata de pequeno porte. Possui a pelagem muito abundante e brilhante principalmente ao redor da cabeça como uma juba, daí o nome de mico leão. A cor é predominantemente preta com tons de castanho amarelado na região lombar e na base da cauda. A pele do rosto é quase nua, apresentando pés e mãos de cor negra. Não existe diferença entre machos e fêmeas.
Pesam em média 600 gramas, medindo aproximadamente 30 cm com a cauda de 40 cm

Habitat:
É um animal endêmico da Mata Atlântica, ocorrendo em florestas semi-decíduas, altas florestas de brejo e floresta arbustiva, na margem norte do rio Paranapanema, oeste do rio Paraná e trechos do rio Tietê. Hoje está restrito à região sul do estado de São Paulo, compreendendo os municípios de Teodoro Sampaio e Gália. A espécie encontra-se protegida no Parque Estadual do Morro do Diabo/SP, na Reserva Estadual de Caetetus/SP e na Estação Ecológica do Mico Preto/SP.
O mico-leão preto foi considerado extinto em 1905, e o desaparecimento desta espécie foi um dos grandes motivadores das pesquisas sobre a extinção nas terras brasileiras. Mas, na década de 1950, foram encontrados dois grupos vivendo no interior do estado de São Paulo, e imediatas medidas de proteção a estes raros sobreviventes começaram a ser feitas.

Classificação IUCN:
Esta espécie está extremamente ameaçada de extinção (1996 IUCN Red List of Threatenet Animals), suas populações conhecidas estão confinadas a sete fragmentos florestais privados e duas unidades de conservação estaduais sem conexão umas com as outras.