Canil clandestino era usado como ‘loja de cães’, diz polícia

Um canil clandestino fechado em Itapetininga (SP) pelas polícias Civil e Ambiental servia como uma “loja de cães”, afirmam as corporações. Segundo o delegado Marcos Tadeu Cardoso, a responsável pelo local reproduzia os cães de raça e depois os vendia. Mais de 40 animais, entre cães e cavalos, foram achados com sinais de maus-tratos. Um burro e um filhote de cão, aliás, foram achados mortos. A Polícia Ambiental estima uma multa de cerca de R$ 120 mil para a mulher.

A chácara fica no Bairro Varginha, zona rural da cidade. O caso foi descoberto depois que a Organização Não Governamental (ONG) União Internacional Protetora dos Animais (Uipa) recebeu denúncias do caso. A responsável pela chácara não estava no local no momento do flagrante, mas foi identificada. Ela também não foi localizada pela TV TEM.

O caseiro da propriedade confirmou que os animais eram vendidos, diz o delegado. Na chácara novas baias estavam sendo construídas. Uma lousa com um planejamento da criação e com os nomes dos animais foi encontrada. “Podemos afirmar isso [venda], até porque houve um contato com ela, via telefone, sem nos identificarmos. Ela tratou do comércio e da venda de um casal de animais que estavam nesse local impróprio”, diz Cardoso.

Fonte: G1

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